carlo ancelloti – Folha do Brasil e do Mundo https://folhadobrasiledomundo.com.br Portal de Notícias do Brasil e do Mundo Wed, 10 Sep 2025 13:23:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://folhadobrasiledomundo.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cropped-fbm-32x32.png carlo ancelloti – Folha do Brasil e do Mundo https://folhadobrasiledomundo.com.br 32 32 Brasil perde para Bolívia na altitude, fecha Eliminatórias com pior campanha da história e aumenta pressão sobre Ancelotti https://folhadobrasiledomundo.com.br/brasil-perde-para-bolivia-na-altitude-fecha-eliminatorias-com-pior-campanha-da-historia-e-aumenta-pressao-sobre-ancelotti/ https://folhadobrasiledomundo.com.br/brasil-perde-para-bolivia-na-altitude-fecha-eliminatorias-com-pior-campanha-da-historia-e-aumenta-pressao-sobre-ancelotti/#respond Wed, 10 Sep 2025 13:07:42 +0000 https://folhadobrasiledomundo.com.br/?p=870 Derrota histórica expõe fragilidade da Seleção Brasileira

O Brasil encerrou sua participação nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026 com um resultado que entrou para a história de forma negativa. A derrota por 1 a 0 para a Bolívia, nesta terça-feira (9), em El Alto, a 4.100 metros de altitude, consolidou a pior campanha brasileira desde a adoção do formato de pontos corridos, em 1996.

Com apenas 28 pontos conquistados em 18 jogos, a Seleção terminou em quinto lugar, somando oito vitórias, quatro empates e seis derrotas. O aproveitamento de 51% contrasta com o peso da camisa canarinha, que até então nunca havia encerrado uma campanha com menos de 30 pontos.

O técnico Carlo Ancelotti preparou a equipe para enfrentar as condições extremas de El Alto, mas a estratégia não foi suficiente. A Bolívia, empurrada pela torcida e motivada pela chance de disputar a repescagem, dominou boa parte da partida.

O lance decisivo aconteceu no primeiro tempo, quando o árbitro marcou pênalti de Bruno Guimarães sobre o lateral Roberto, após revisão do VAR. Miguelito, revelado no Santos e atualmente no América-MG, converteu a cobrança e decretou a vitória boliviana.

Os números evidenciam o domínio: enquanto a Bolívia finalizou 23 vezes, sendo nove no alvo, o Brasil chutou apenas dez vezes, com apenas três defesas difíceis para o goleiro Lampe.

Mais do que a derrota na altitude, o que chama atenção é a instabilidade ao longo de todo o torneio. A Seleção acumulou tropeços marcantes, incluindo a goleada por 4 a 1 sofrida diante da Argentina e a inédita derrota em casa para os próprios argentinos, no Maracanã.

A falta de consistência foi agravada pelas mudanças de comando técnico: Fernando Diniz iniciou o ciclo, Dorival Júnior assumiu em seguida, e Ancelotti chegou na reta final. Essa alternância prejudicou a construção de um modelo de jogo sólido e enfraqueceu o desempenho coletivo.

Enquanto a Seleção Brasileira saiu de campo sob desconfiança, os bolivianos comemoraram intensamente. A vitória contra o Brasil, somada ao tropeço da Venezuela, garantiu à Bolívia o sétimo lugar e a vaga na repescagem. O feito representa a possibilidade de disputar uma Copa do Mundo após 32 anos de ausência, um marco histórico para o país.

O Estádio Municipal de El Alto, o segundo mais alto do mundo, foi palco de lágrimas, festa e emoção da torcida boliviana, que transformou a vitória em um momento de renascimento do futebol nacional.

Desde 1996, quando o sistema de pontos corridos foi implantado, o Brasil sempre superou a marca de 30 pontos. Mesmo em 2002, ano turbulento em que terminou em terceiro lugar, a equipe conseguiu se recuperar e conquistar o pentacampeonato no Mundial da Coreia do Sul e do Japão.

O contraste com 2025 é inevitável. Embora a classificação direta esteja garantida devido ao aumento de vagas na Copa, o desempenho levanta dúvidas sobre a capacidade da Seleção em chegar competitiva ao torneio. No antigo formato, o Brasil teria que disputar a repescagem intercontinental.

Com apenas nove meses até o início da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti enfrenta enorme pressão. A Seleção terá três janelas de amistosos, incluindo compromissos na Ásia contra Coreia do Sul e Japão em outubro, que serão fundamentais para ajustes.

Apesar de garantir a condição de cabeça de chave no sorteio do Mundial, o Brasil chega ao torneio sob forte desconfiança. O grande desafio será reconstruir a identidade da equipe, ajustar a defesa, aumentar a eficiência no ataque e, sobretudo, reconquistar a confiança do torcedor.

A pior campanha da história não apenas entrou para os registros, mas também funcionou como alerta: o caminho para buscar o hexa será mais desafiador do que nunca.

Referências:

]]>
https://folhadobrasiledomundo.com.br/brasil-perde-para-bolivia-na-altitude-fecha-eliminatorias-com-pior-campanha-da-historia-e-aumenta-pressao-sobre-ancelotti/feed/ 0
Ancelotti explica ausência de Neymar em convocação da Seleção e projeta retorno para a Copa de 2026 https://folhadobrasiledomundo.com.br/ancelotti-explica-ausencia-de-neymar-em-convocacao-da-selecao-e-projeta-retorno-para-a-copa-de-2026/ https://folhadobrasiledomundo.com.br/ancelotti-explica-ausencia-de-neymar-em-convocacao-da-selecao-e-projeta-retorno-para-a-copa-de-2026/#respond Wed, 03 Sep 2025 14:34:19 +0000 https://folhadobrasiledomundo.com.br/?p=779 Convocação sem Neymar chama atenção

O técnico Carlo Ancelotti, recém-nomeado comandante da Seleção Brasileira, divulgou nesta segunda-feira (26) a lista com 25 convocados para enfrentar Equador e Paraguai nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. A ausência de Neymar, principal estrela da equipe nos últimos anos, foi o grande destaque da coletiva.

Ancelotti esclareceu que a escolha de não chamar Neymar está diretamente ligada ao curto período de recuperação do atacante, que voltou a atuar pelo Santos em apenas duas partidas após se recuperar de lesão. “Sabemos da importância de Neymar, um jogador excepcional. Ele sofreu uma lesão recentemente e, no momento, temos outros atletas que também enfrentam problemas físicos e não podem ser chamados. Conversei com ele hoje de manhã, expliquei a situação, e ele entendeu perfeitamente”, afirmou o treinador italiano.

Apesar da ausência, Ancelotti reforçou que Neymar faz parte do planejamento da comissão técnica para a Copa do Mundo de 2026. O treinador já havia destacado que acompanha cerca de 70 jogadores com potencial para o torneio e que a condição física será determinante para as próximas convocações. “O Brasil conta com ele para o futuro, especialmente para o Mundial”, completou.

A última atuação de Neymar pela Seleção aconteceu em 17 de outubro de 2023, quando saiu machucado ainda no primeiro tempo da derrota por 2 a 0 para o Uruguai, em Montevidéu. Desde então, o atacante não voltou a defender o Brasil.

A equipe comandada por Ancelotti se apresenta no dia 2 de junho. O primeiro jogo será contra o Equador, em Guayaquil, no dia 5, e depois enfrenta o Paraguai, na Neo Química Arena, em São Paulo, no dia 10. Além dessas partidas, a Seleção já tem amistosos confirmados contra Coreia do Sul e Japão, em outubro, e contra seleções africanas e europeias em novembro e março, antes do amistoso final em junho de 2026, que servirá de preparação direta para o Mundial.

]]>
https://folhadobrasiledomundo.com.br/ancelotti-explica-ausencia-de-neymar-em-convocacao-da-selecao-e-projeta-retorno-para-a-copa-de-2026/feed/ 0