Destaques: Eduardo Saverin continua liderando com fortuna bilionária

A Forbes acaba de divulgar o ranking dos 10 brasileiros mais ricos em 2025, novamente com Eduardo Saverin, cofundador do Facebook (Meta), ocupando a liderança. Ele possui uma fortuna estimada entre US$ 34,5 bilhões e US$ 42,1 bilhões. Radicado em Singapura há anos, Saverin diversificou seus investimentos em tecnologia e startups inovadoras, consolidando sua posição como o brasileiro mais rico. Além do patrimônio, sua trajetória é marcada pela visão estratégica no setor digital, o que o mantém como uma das figuras mais relevantes do capitalismo global.
Vicky Safra e a tradição bancária

Em segundo lugar está Vicky Safra, viúva do banqueiro Joseph Safra, com fortuna de US$ 20,7 bilhões. Ela e sua família mantêm influência no setor financeiro mundial, especialmente com o J. Safra Group, conglomerado que abrange bancos e investimentos em diversos continentes. O legado da família Safra é símbolo de estabilidade e tradição no sistema bancário, reforçando a solidez de seus ativos.
Jorge Paulo Lemann, o investidor de gigantes

Jorge Paulo Lemann ocupa a terceira posição, com US$ 17 bilhões. Conhecido como um dos maiores investidores do Brasil, ele é cofundador da 3G Capital, fundo responsável por controlar marcas globais como AB InBev, Burger King e Kraft Heinz. Sua trajetória é referência em gestão eficiente e expansão internacional, o que o mantém há décadas entre os nomes mais poderosos do setor empresarial.
David Vélez e o fenômeno Nubank

Em quarto lugar aparece David Vélez, colombiano naturalizado brasileiro e cofundador do Nubank, com patrimônio estimado em US$ 10,7 bilhões. O banco digital revolucionou o sistema financeiro na América Latina, oferecendo serviços acessíveis e sem tarifas abusivas. Vélez representa a nova geração de bilionários ligados à tecnologia, com forte impacto na vida de milhões de clientes.
Carlos Alberto Sicupira, o braço direito de Lemann

Na quinta posição está Carlos Alberto Sicupira, sócio de longa data de Lemann na 3G Capital, com US$ 7,6 bilhões. Ele ajudou a construir um império baseado em aquisições estratégicas e gestão austera, sendo peça fundamental no sucesso de conglomerados globais. Sua fortuna é reflexo da disciplina e da visão de longo prazo nos negócios.
André Esteves, o banqueiro de investimentos

André Esteves, com US$ 6,9 bilhões, aparece em sexto lugar. Ele é presidente do BTG Pactual, um dos maiores bancos de investimentos da América Latina. Sua trajetória é marcada pela ousadia no mercado financeiro, conduzindo operações bilionárias e ampliando a presença do banco em vários segmentos. Esteves simboliza a força do setor financeiro brasileiro no cenário global.
Fernando Roberto Moreira Salles e o Itaú

Na sétima posição surge Fernando Roberto Moreira Salles, herdeiro de uma das famílias controladoras do Itaú Unibanco, com fortuna de US$ 6,5 bilhões. O Itaú é considerado o maior banco privado da América Latina, e a família Moreira Salles segue como uma das mais influentes do setor financeiro. Fernando se destaca pela atuação discreta, mas estratégica, na expansão do grupo.
Miguel Krigsner e a força do Boticário

Miguel Krigsner, fundador do Grupo Boticário, ocupa a oitava posição com US$ 6,1 bilhões. Seu império no setor de cosméticos é um dos maiores do mundo, com milhares de lojas e franquias espalhadas pelo Brasil e por outros países. Krigsner é exemplo de empreendedorismo brasileiro que ganhou projeção internacional, combinando inovação e sustentabilidade em seus negócios.
Pedro Moreira Salles, outro pilar do Itaú

Na nona posição está Pedro Moreira Salles, irmão de Fernando, também controlador do Itaú Unibanco, com patrimônio de US$ 6,1 bilhões. Além da atuação no setor financeiro, Pedro se destaca por seu envolvimento em atividades culturais e filantrópicas, reforçando a tradição da família como uma das mais influentes e respeitadas do país.
Alexandre Behring e o poder da 3G Capital

Fechando o ranking, em décimo lugar, está Alexandre Behring, cofundador da 3G Capital, com fortuna de US$ 5,7 bilhões. Parceiro de Lemann e Sicupira, Behring foi peça-chave nas grandes aquisições realizadas pelo fundo, consolidando sua posição no cenário global de investimentos. Sua trajetória representa a força do modelo de gestão agressiva que caracteriza o grupo.
